Se você acha que seu filho sempre deve trocar a educação física pela biblioteca, está na hora de mudar de opinião. Os exercícios, assim como os estudos tradicionais, também podem ser ótimos aliados no desenvolvimento cerebral das crianças. A explicação é simples: para se movimentar, elas precisam pensar – o que acontece em ritmo acelerado durante as atividades físicas. Isso faz com que o cérebro seja estimulado e fique mais rápido nas respostas.
"A criança possui uma grande plasticidade cerebral. Isso quer dizer que os estímulos que ela recebe atuam mais rapidamente na modulação do sistema nervoso. Praticando esportes, ela vai criar novos neurônios e novas conexões", explica Ricardo Arida, professor de Neurofisiologia e Fisiologia do Exercício da Universidade Federal de São Paulo.
A modalidade pode variar. O especialista sugere que você invista em atividades que tenham interação (como futebol, vôlei e basquete), exijam o uso de estratégias e táticas (como judô) ou incentivem o pensamento lúdico (como circo), pois elas oferecem tipos diferentes de estímulos (sendo mais indicadas que atividades essencialmente aeróbicas, como a caminhada).
"A criança possui uma grande plasticidade cerebral. Isso quer dizer que os estímulos que ela recebe atuam mais rapidamente na modulação do sistema nervoso. Praticando esportes, ela vai criar novos neurônios e novas conexões", explica Ricardo Arida, professor de Neurofisiologia e Fisiologia do Exercício da Universidade Federal de São Paulo.
A modalidade pode variar. O especialista sugere que você invista em atividades que tenham interação (como futebol, vôlei e basquete), exijam o uso de estratégias e táticas (como judô) ou incentivem o pensamento lúdico (como circo), pois elas oferecem tipos diferentes de estímulos (sendo mais indicadas que atividades essencialmente aeróbicas, como a caminhada).
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