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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Roberto Carlos mantém música polêmica no repertório do megashow nesta quarta em Jerusalémque faz

Roberto Carlos em Jerusalém - Roberto Carlos no deserto da Judeia. Foto TV Globo / Zé Paulo CardealERUSALÉM - A política do Oriente Médio é um detalhe tão pequeno para Roberto Carlos que ele bateu o martelo. Decidiu que vai mesmo cantar, em hebraico, a música israelense "Jerusalém de Ouro" no megashow que fará nesta quarta-feira, para 5 mil pessoas, a custo de R$ 30 milhões, no anfiteatro Piscina do Sultão, em Jerusalém. A escolha da canção, uma espécie de hino à conquista israelense da parte oriental da cidade, em 1967, foi considerada polêmica por diplomatas brasileiros, mas - numa mistura de desapego político e ingenuidade de peregrino devoto - Roberto só considerou removê-la da apresentação caso não conseguisse decorar a letra a tempo. Nos seis dias que passou na Terra Santa, o cantor manteve a aura enigmática ao se esquivar de perguntas mais complicadas.
Quebrando um jejum de duas décadas, Roberto gravou cenas externas para o especial dirigido por Jayme Monjardim que será exibido pela TV Globo no próximo sábado e transformado em DVD. Enfrentando o calor de 40 graus do verão israelense, ele posou em alguns dos principais pontos de peregrinação cristã no Oriente Médio, como a Igreja do Santo Sepulcro, a Via Dolorosa, o Muro das Lamentações e o Jardim do Getsêmani, no Monte das Oliveiras.

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