Sobre os dados registrados até setembro, a maior influência vem dos oceanos. Neste ano, o fenômeno El Niño novamente operou sobre a Terra e provocou o aquecimento anormal das águas, alterando a dinâmica atmosférica e estabelecendo altas temperaturas. Ao todo, já são 354 meses consecutivos — quase três décadas — com temperatura acima da média global do século 20 (13,9°C).
Segundo o relatório divulgado nessa terça-feira (28) pela Organização Mundial de Meteorologia, os efeitos do El Niño ainda vão influenciar as temperaturas em 2015, o que é uma péssima notícia para as regiões Sudeste e Nordeste do país, por exemplo, que podem permanecer sofrendo com a seca.
Os índices também preocupam representantes do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Apesar do aquecimento da Terra ser um evento natural e cíclico, que ocorre há muitas eras, a velocidade com que isto tem acontecido não permite que o planeta se adapte às novas temperaturas. A projeção ideal, de acordo com o Pnuma, para retardar estes dados, seria limitar o aumento médio da temperatura/ano a 2ºC até 2100.
Segundo o relatório divulgado nessa terça-feira (28) pela Organização Mundial de Meteorologia, os efeitos do El Niño ainda vão influenciar as temperaturas em 2015, o que é uma péssima notícia para as regiões Sudeste e Nordeste do país, por exemplo, que podem permanecer sofrendo com a seca.
Os índices também preocupam representantes do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Apesar do aquecimento da Terra ser um evento natural e cíclico, que ocorre há muitas eras, a velocidade com que isto tem acontecido não permite que o planeta se adapte às novas temperaturas. A projeção ideal, de acordo com o Pnuma, para retardar estes dados, seria limitar o aumento médio da temperatura/ano a 2ºC até 2100.
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