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sábado, 19 de dezembro de 2015

Brasileiro curado que tornou santa Madre Teresa prefere anonimato

SÃO PAULO - Surpreso com a repercussão de que a cura da sua doença, em 2008, tornou santa a Madre Teresa de Calcutá, o engenheiro brasileiro N., de 42 anos, quer manter em sigilo a sua identidade. Prefere a privacidade e a de sua família, neste momento, segundo o padre Caetano Rizzi, vigário judicial da Diocese de Santos, que foi o promotor de Justiça do processo que reconheceu o milagre. O Vaticano também mantém o nome do homem em sigilo.

CURA
O brasileiro foi levado às pressas para um hospital na Baixada Santista, em 2008, depois de passar mal durante a lua-de-mel em Gramado, no Rio Grande do Sul. Com oito abscessos no cérebro, foi desenganado pelos médicos. A mulher, católica, foi então conversar com o padre Elmiran Ferreira, da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida, em São Vicente, que conhecia a família e havia celebrado o casamento. O pároco, devoto de Madre Teresa, deu a ela uma medalha e uma oração e pediu que rezasse insistentemente. Ela o fez, colocando a medalha debaixo do travesseiro do marido enfermo. Subitamente, na UTI, o paciente acordou e perguntou o que fazia ali. Uma nova tomografia revelou que nada havia no cérebro. Hoje, vive no Rio de Janeiro com a mulher e dois filhos.
A comprovação do segundo milagre de Madre Teresa foi realizada na Diocese de Santos. O primeiro milagre atribuído à religiosa foi a salvação de uma mulher de 30 anos, em Bangladesh, que sofria de um tumor abdominal. A cerimônia de canonização será realizada em 4 de setemrbo de 2016, em Roma. O brasileiro irá assistir à cerimônia.


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