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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Marin renuncia por carta;

José Maria Marin está preso em Nova York
Com os recentes desdobramentos, os bastidores do futebol brasileiro seguem pegando fogo. A menos de uma semana para as eleições a vice-presidente da CBF, marcadas para a próxima quarta-feira (16), dirigentes que se opõem ao direcionamento do mandatário licenciado Marco Polo del Nero e de Marcus Vicente, seu substituto, pedem que o pleito seja cancelado no momento devido à turbulência política atual.

Enquanto isso, José Maria Marin, vice cujo cargo ficará à disposição, enviará uma carta da prisão domiciliar, em Nova York, para renunciar ao posto, segundo informações do jornal Folha de S.Paulo. O dirigente se utilizará do artifício, pois está proibido pelo Departamento de Justiça estadunidense de contatar membros da CBF.
Enquanto isso, a corrente que pretende adiar as eleições marcadas para quarta-feira é liderada pelo vice-presidente da entidade Gustavo Feijó, junto a outros oito presidentes de federações do Nordeste. Os dirigentes enviaram uma manifestação à cúpula da CBF nesta quarta-feira apresentando seu pedido.
O favorito às eleições para vice, no momento, é Antônio Carlos Nunes, conhecido como Coronel Nunes, que, embora seja presidente da Federação Paraense, inclusive tem o decisivo apoio dos clubes paulistas, uma vez que a vaga de Marin é para representar o Sudeste junto à administração do futebol brasileiro.
Para o senador Romário, pivô da CPI do Futebol e crítico de Marco Polo del Nero, a eleição é uma manobra na linha sucessória da presidência da entidade. Delfim Pádua Peixoto Filho, 74, é o vice mais velho e, portanto, seria o primeiro nome na lista para substituir o atual presidente licenciado em caso de queda. Mas pode perder tal posição caso Antônio Carlos Nunes, 77, seja eleito.

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