De acordo com o advogado do goleiro, Francisco Simim, independentemente da decisão em relação à liberdade condicional, Bruno continuará detido por causa do mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça mineira. Para ser solto, ele precisa ter o habeas corpus julgado e aceito pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ainda de acordo com o advogado, ele embarca nesta quinta-feira (24) para Brasília, acompanhado do advogado Rui Pimenta, para saber como anda o julgamento do pedido de habeas corpus pelo Supremo.
Processo em Minas
Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, o juiz Wagner de Oliveira Cavalieri tem até sexta-feira (25) para dar um parecer sobre o pedido de liberdade condicional do goleiro, referente ao processo pelo qual o atleta foi condenado pela Justiça carioca. Conforme informações do TJMG, o juiz aguarda um parecer do Ministério Público para decidir sobre a concessão do benefício. Ainda segundo o advogado de Bruno, apesar de a condenação ter sido determinada pela Justiça do Rio de Janeiro, o pedido de liberdade será julgado em Minas devido ao fato de o goleiro estar detido na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, e pela execução do processo ter sido transferida para Minas.
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