“A partir do monitoramento e do acompanhamento das mortes de crianças com síndrome de Down e com alguma deformidade congênita, conseguimos verificar que instituíram uma ‘fatwa’ (decreto religioso) aos seus membros autorizando-os a matar bebês recém-nascidos deficientes”, disse, da cidade iraquiana, um porta-voz da Mossul Eye, uma página na internet que denuncia as ações da organização.
De acordo com esse relato — um dos poucos frente ao apagão informativo imposto pela organização jihadista desde que ocupou Mossul em junho de 2014 —, a maioria dos bebês mortos com alguma deficiência é fruto das uniões de combatentes estrangeiros que habitam a região com mulheres iraquianas, sírias e asiáticas. Nos 38 casos, os bebês assassinados tinham entre uma semana e três meses de idade, de acordo com diagnóstico medico.
Nenhum comentário:
Postar um comentário