Segundo a “Folha”, em carta ao juiz Raymond Dearie, o advogado de Marin diz que o governo americano rejeitou a garantia por ser proveniente de instituição bancária brasileira, e não americana, mas que aceitou rever documentos, que precisam ser traduzidos.
Na carta o advogado Charles Stillman afirma: "Eu asseguro a corte de que estamos trabalhando com total boa fé para completar essa tarefa. "Ninguém pode duvidar disso".
O acordo de Marin com a Corte de Nova York previu pagamento de US$ 1 milhão mais a carta de fiança como condição para que ele aguarde o julgamento em prisão domiciliar.
Em outro trecho da carta, o advogado diz, observando que a acusação não concorda com o pleito: "Tivemos uma colisão, mas eu respeitosamente insisto que tenhamos mais tempo".
Em prisão domiciliar desde 3 de novembro, quando foi extraditado da Suíça para os Estados Unidos, o dirigente usa uma tornozeleira eletrônica. Suas saídas precisam ser previamente autorizadas pela Justiça.
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